SINTEST participa de evento sobre atendimento às mulheres em situação de violência

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A diretoria do Sintest esteve presente nesta quarta – feira (22), no XII Março Mulher 2023: Atendimento às mulheres em situação de violência nos territórios baianos. O evento foi organizado pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres e Relações de Gênero (Mulieribus) e pelo Coletivo de Mulheres de Feira de Santana (Comu). As atividades foram realizadas, no auditório 5, módulo 7, na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

A conferência de abertura foi iniciada às 9h30, e teve como tema debatido “Violência de Gênero: Pesquisas e Perspectivas na Uefs”, e contou com a presença da diretora geral do Sintest, Daiana Alcântara; da vice – reitora da Uefs, professora Amali Mussi; professora Sandra Nívia Soares, pró-reitora da Propaae; a professora Dra. Lucimere Rodrigues de Souza, do Programa de Extensão Observatório de Educação: Violência, inclusão e Direitos Humanos; a professora Ives Guedes de Mattos; a professora Adriana Lima do curso de direito; professa Ideojane Freitas, coordenadora do Comu; Ana Cleria Barbosa da Silva, componente do coletivo cultural de tanquinho, entre outras autoridades, movimentos sociais, PROEX, sindicatos, grupo de mulheres, direção do departamento DCHF e DCE.

A mesa foi conduzida pela professora Doutoranda Sônia Lima de Carvalho, que é coord. do Mulieribus e membro do COMU, coord. projeto Trabalhando Violência e Gênero na Escola. Em sua fala, a professora pediu um minuto de silêncio pela morte de Priscila de Jesus Ramos, que era estudante de História da Uefs.

 

“O Sintest composto por mulheres tem sido referência nessa luta, nessa pauta, acho importante continuar nesse trabalho que muitas vezes parece de formiguinha, porque é através dessa repetição que cada lugar que a gente ocupa vai fazendo a diferença. E precisamos estar em contato uma com as outras para se sentir fortalecida. É preciso dizer para o governo do estado que nós precisamos de políticas voltadas para as mulheres de forma ampla. Ser mulher de luta não é fácil. Quero dizer que nós podemos sim, e que o lugar de mulher é aonde ela quiser, mesmo sabendo que não fácil, nós podemos, e cada lugar que passamos a ocupar incentivamos outras mulheres, vamos ser firmes no propósito de fortalecer outras mulheres”, disse a diretora do Sintest, Daiana Alcântara.

A conferencista da mesa de abertura foi a Socióloga, militante, diretora da Adufs Dra. Acácia Batista Dias. “Continuaremos a nos movimentar, continuaremos em marcha com democracia, equidade, justiça e direitos sociais. Aos abusadores e agressores, que tentam nos matar por medo ou por ódio, nos manteremos firmes”, destacou Acácia.

Pela tarde houve duas mesas de debate, a primeira teve como tema discutido, Sociedade Civil: Atendimento às Mulheres em Situação de Violência nos Territórios Baianos. A mesa foi conduzida por Solange Costa Guerra- Comu, militante Feminista e representante do Conselho Estadual em Defesa da Mulher. Participaram da mesa: Arlinda da Silva Oliveira, Dirigente Sindical no Sindicato dos(as) Trabalhadoras e Trabalhadores da Agricultura Familiar de Santo Estevão; Marlene Marques Ferreira, vice-prefeita de Conceição da Feira, agricultura familiar e sindicalista; Ana Cleria Barbosa da Silva, componente do Coletivo Cultural de Tanquinho, professora das redes municipais, estaduais no Município de Tanquinho – BA

Na segunda mesa foi debatido “Poder Público: equipamentos para o atendimento às mulheres em situação de violência nos territórios baianos: perspectivas”. A mesa foi dirigida pela Ms. Sidineia Pedreira – Professora, Membro do Comu. Participantes da mesa:  Gerusa Sampaio, Secretaria Extraordinária de Políticas para as Mulheres e Dr. André Garcia, promotor de justiça.

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