Dia 25 de Julho é data para rememorar a luta das mulheres negras latino-americanas e caribenhas para uma sociedade mais justa. É dia também de relembrar a história de Tereza de Benguela, líder quilombola símbolo da resistência contra a escravização.
Mas, séculos após a luta de Tereza de Benguela, retrocessos e falta de efetivação de políticas públicas voltadas para a redução da desigualdade ameaçam, de maneira mais acentuada, a vida de mulheres negras. Exemplo disso é o corte na política de titulação de territórios quilombolas e em programas de promoção da igualdade racial e superação do racismo.
Na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) ocorreu das 8h às 17h30, no auditório 5 do Módulo 7, o “3º Seminário Celebrando o 25 de julho” com o tema “Descolonização epistêmica sob uma perspectiva negra”, promovido pelo Laboratório de Estudos Conexões Atlânticas e Diáspora Africana: Culturas Afro-brasileira e Indígena (Lecadia), juntamente com a Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (Propaae).
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